Bom gente,a Babyjeh falou aqui que íamos postar os capítulos do livro nas Terças,Quintas e Sábados. Mas essa sexta eu fui dormir na casa do meu primo,e hoje,quando eu voltei pra casa,vi uma mensagem da Babyjeh no Twitter dizendo que vai viajar e volta só terça,dai ela postar o capítulo 3.
Como alguns devem estar se perguntando,eu não tenho o capítulo 3 salvo aqui,só a Jeh,então desculpem mesmo :\
Beijos e até terça ;*
sábado, 18 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Segundo Capítulo: Caminhos Perdidos
A estranha poção foi injetada na outra menina. Rhael disse que só ia dar resultados na manhã seguinte. Os dois colocaram as garotinhas em um berço que eles criaram improvisadamente e foram dormir preocupados.
Na manhã seguinte, Rhael foi acordado pelos gritos de Teresa que apontou para o berço improvisado e falou:
- ELAS SUMIRAM!
Então eles foram procurar as meninas e acharam a bebê de cabelos pretos na cozinha. Ela estava sentada olhando para a pia, como se quisesse algo que estava lá - um cereal. Teresa e Rhael sorriram.
- Ah, deixa que o papai pega pra voc... - Disse Rhael interrompido quando a garotinha pegou uma varinha de brinquedo e fez flutuar o cereal, caindo delicadamente na frente dela, que logo colocou sua mãozinha dentro da caixa para saborear o conteúdo.
Rhael ainda estava sorrindo pelo fato de sua experiência ter dado certo uma única vez.
- Vamos procurar a nossa outra filha. - Disse Teresa.
- Certo - Respondeu Rhael.
Rhael pegou a garotinha no colo, mas ainda assim ela não largou a caixa de cereais. E então os pais foram procurar a garotinha ruiva.
Procuraram em todos os cantos da casa, mas não acharam a criança.
Quando a mãe foi abrir a porta para ir ao quintal, lá estava a garotinha sentada de costas para a porta mexendo em alguma coisa.
- Ah meu Deus, que susto você me deu! - Disse a mãe chegando mais perto da menina.
- Ei, o que você está faz... - A expressão da mãe mudou de repente.
- RHAEL, VENHA AQUI!
O pai chegou no quintal perguntando se tinha encontrado a menina. Teresa abriu caminho, mostrando a criança ainda sentada de costas.
Quando o pai chegou mais perto, levou um susto. Aquela linda garotinha ruiva estava devorando o cérebro de um cadáver de um pássaro.
- Mas o que...? - O pai estava indignado.
- Parabéns, brilhante cientista. - Teresa zombou dele irritada. - Transformou nossa filha em uma ZOMBIE !
- Uma... zombie? - Uma bruxa que estava passando ouviu a discução dos dois.
- Ah, não. - Teresa olhou preocupada para o Rhael, que correu até a mulher. Mas já era tarde, a mulher já estava indo embora espalhar o que ouviu para todos.
No dia seguinte, grande parte do povo da vila esperava na cerca do quintal da casa deles. Até o prefeito da vila estava lá.
- Er...Bom dia. - O marido disse, com metade do corpo fora da porta. - No que posso ajudar?
- Sr. Rhael. - Começou o prefeito. - Parece que nos encontramos novamente.
Rhael engoliu seco e saiu pela porta até a cerca.
Dentro da casa, Teresa estava sentanda no chão olhando as duas crianças sentadas no sofá.
- Você são tão lindas... - Disse meio chorando. - Sei que nenhuma das duas são perigosas. Vai ficar tudo bem. Mamãe vai proteger vocês, é uma promessa.
Ela dizia isso, embora não tinha muita certeza do que estava por vir.
Rhael gritava com o prefeito.
- Ela pode ter magia artificial, e a outra ter tido um pequeno efeito colateral. - Gritava. - Mas são minhas filhas!
- "Pequeno efeito colateral"?! - Um habitante da vila gritou. - É assim que você chama? Ela é uma ZOMBIE! Merece morrer!
Rhael, que não aguentava mais, tapou os ouvidos com as mãos e se preparou pra correr até a casa, até que viu Teresa com as meninas saindo de casa.
- Teresa, o que está fazendo? - Perguntou Rhael pegando a bebê Zombie de seu colo.
- Não aguento mais isso. - Disse ela. - Olhem aqui seus debilóides! Essas duas meninas são minhas filhas ! Vocês não podem falar assim delas ! Nenhuma nem outra vai ser condenada a morte por não serem como vocês ! Elas merecem é viver !! - gritou ela.
Vários habitantes começaram a gritar, mas logo pararam quando o prefeito levantou a mão, pedindo silêncio. O velho ajeitou o chapéu na cabeça de cabelos grisalhos. Perto da cerca disse olhando bem nos olhos de Teresa:
-Teresa, Teresa. Vocês nasceu aqui, e nós somos sua família, não pode falar assim com a gente.
- E vocês tem o direito de matar minhas filhas? - Teresa protestou.
- Não, receio que não temos. - Continuou o prefeito. - Mas sou o prefeito e essas meninas não são bruxas! E eu só deixei que UM humano morasse aqui. Então suas filhas não irão morrer, Teresa. Mas aqui elas não irão viver. Mesmo que vocês mandem suas filhas para outro lugar, vocês terão que ser punidos pois não cumpriram nossas regras! Vocês ficaram
juntos quando eu disse que não podiam.
Teresa ficou pensativa. Voltou para sua casa com a garotinha de olhos azuis, para conversar com Rhael.
- Olha, Rhael, temos que fazer alguma coisa para manter elas vivas, mas não aqui, se não o prefeito pira!
- Tem razão, temos que fazer alguma coisa. - Disse ele dando uma pausa - Espera aí...
Então ele foi a cozinha e pegou uma foto deles e levou até a Teresa.
- Vamos rasgar essa foto no meio. - Começou. - Vamos colocar os nomes das nossas filhas na parte rasgada, e prendemos nas duas com um alfinete.
- Mas pra que isso? - Perguntou levantando uma sobrancelha. - Elas não vão morrer nem nada!
- Mas vão ir para outro lugar ... - Começou a sussurrar. - Temos que fazer isso.
Então Rhael pegou a parte do seu rosto da foto e Teresa a parte do seu rosto, e a foto rasgou. Teresa pegou uma caneta que estava encima do armário e escreveu na sua parte rasgada "De: mamãe Para: Lili"
Rhael leu e perguntou:
- Lili?
- Apelido de Lilian - Respondeu dando um sorriso meia boca.
Rhael pegou sua parte rasgada e escreveu "De: Papai Para: Jeh" e falou :
- Apelido de Jennifer.
Teresa foi até o quarto, pegou dois cobertores e dois alfinetes, voltou para a sala e enrolou a menina de olhos azuis em um dos cobertores, pegou a foto rasgada em que estava escrito "Para Lili" e prendeu com o alfinete no cobertor. Rhael fez o mesmo com a outra garotinha.
A pele verde da garotinha ruiva, Jennifer, tinha sumido. Rhael fez cara de dúvida.
- Vai ver que ela só vira zombie quando fica com raiva, ou fome. - Disse Teresa.
Rhael fez positivo com a cabeça.
Teresa pegou a garotinha de cabelos pretos, Lilian, no colo e Rhael pegou a Jennifer. Os dois saíram de casa.
A multidão que estava lá ficou surpresa ao ver que Jennifer não estava mais uma zombie.
- O que houve com a menina zombie? - Perguntou um habitante da vila que estava do lado do prefeito.
- Parece que ela só vira uma quando está com raiva ou nervosa. - Respondeu Rhael. Fez uma pequena pausa. - NÓS TEMOS UMA PROPOSTA PARA VOCÊS! - Gritou ele para todos ouvirem.
- Continue, Rhael. - Falou o prefeito.
Rhael olhou para a Teresa que fez sinal positivo para ele. Então ele começou:
-Eu e ela rasgamos uma foto de nós dois juntos no meio, na minha parte da foto eu escrevi "De: Papai Para: Jeh" e prendi com alfinete no cobertor da minha filha que vocês acham uma aberração, que agora se chama JENNIFER. Teresa escreveu na parte da foto dela "De: Mamãe Para: Lili" e prendeu com alfinete no cobertor da minha outra filha, que agora se chama LILIAN. - Gritou - Vamos colocar as duas numa jangada e colocar no lago aqui perto, pra elas ficarem seguras, porque aqui ninguém fica seguro. E as fotos servem para elas lembrarem da gente. E depois que fizermos isso vocês podem punir eu e a Teresa!
- Pelo menos Jeh e Lili vão estar seguras. - Sussurou Teresa para Rhael.
- Huum... - Resmungou o prefeito. - Ótima proposta, Rhael... SE OS OUTROS HABITANTES DA NOSSA VILA CONCORDAREM, FAREMOS ESSA PROPOSTA - Gritou.
Então os outros começaram a gritar SIIIM, numa bagunça que fez com que Jeh virasse Zombie novamente, mas Teresa acalmou-a e a pele verde dela sumiu.
- ACALMEM-SE SEUS LOUCOS! - Gritou Teresa. - Vamos começar logo a construir a jangada e depois eu e Rhael estaremos prontos para receber a punição!
11h30 da manhã, os habitantes da vila começaram a construir a jangada. O povo pegava lenhas (provavelmente, das lareiras de suas casas) e levavam para a beira do lago. Outros pegavam cordas para amarrar a madeira uma na outra.
12h45 terminaram a jangada, só que no meio da contrução o prefeito falou para construirem duas jangadas, para que cada criança tenha seu próprio destino. Rhael e Teresa meio que surtaram falando que as duas tinham que viver juntas, mas depois eles se lembraram que vão ser punidos e qualquer erro que eles cometerem, mais fatal fica para Jeh e Lili.
Então Teresa pegou a Lili no colo e Rhael pegou a Jeh, e os dois juntos colocaram as meninas nas jangadas. Eles beijaram o rosto das garotinhas.
Então eles empurraram a jancada para o lago.
- Estamos prontos para a punição.
Na manhã seguinte, Rhael foi acordado pelos gritos de Teresa que apontou para o berço improvisado e falou:
- ELAS SUMIRAM!
Então eles foram procurar as meninas e acharam a bebê de cabelos pretos na cozinha. Ela estava sentada olhando para a pia, como se quisesse algo que estava lá - um cereal. Teresa e Rhael sorriram.
- Ah, deixa que o papai pega pra voc... - Disse Rhael interrompido quando a garotinha pegou uma varinha de brinquedo e fez flutuar o cereal, caindo delicadamente na frente dela, que logo colocou sua mãozinha dentro da caixa para saborear o conteúdo.
Rhael ainda estava sorrindo pelo fato de sua experiência ter dado certo uma única vez.
- Vamos procurar a nossa outra filha. - Disse Teresa.
- Certo - Respondeu Rhael.
Rhael pegou a garotinha no colo, mas ainda assim ela não largou a caixa de cereais. E então os pais foram procurar a garotinha ruiva.
Procuraram em todos os cantos da casa, mas não acharam a criança.
Quando a mãe foi abrir a porta para ir ao quintal, lá estava a garotinha sentada de costas para a porta mexendo em alguma coisa.
- Ah meu Deus, que susto você me deu! - Disse a mãe chegando mais perto da menina.
- Ei, o que você está faz... - A expressão da mãe mudou de repente.
- RHAEL, VENHA AQUI!
O pai chegou no quintal perguntando se tinha encontrado a menina. Teresa abriu caminho, mostrando a criança ainda sentada de costas.
Quando o pai chegou mais perto, levou um susto. Aquela linda garotinha ruiva estava devorando o cérebro de um cadáver de um pássaro.
- Mas o que...? - O pai estava indignado.
- Parabéns, brilhante cientista. - Teresa zombou dele irritada. - Transformou nossa filha em uma ZOMBIE !
- Uma... zombie? - Uma bruxa que estava passando ouviu a discução dos dois.
- Ah, não. - Teresa olhou preocupada para o Rhael, que correu até a mulher. Mas já era tarde, a mulher já estava indo embora espalhar o que ouviu para todos.
No dia seguinte, grande parte do povo da vila esperava na cerca do quintal da casa deles. Até o prefeito da vila estava lá.
- Er...Bom dia. - O marido disse, com metade do corpo fora da porta. - No que posso ajudar?
- Sr. Rhael. - Começou o prefeito. - Parece que nos encontramos novamente.
Rhael engoliu seco e saiu pela porta até a cerca.
Dentro da casa, Teresa estava sentanda no chão olhando as duas crianças sentadas no sofá.
- Você são tão lindas... - Disse meio chorando. - Sei que nenhuma das duas são perigosas. Vai ficar tudo bem. Mamãe vai proteger vocês, é uma promessa.
Ela dizia isso, embora não tinha muita certeza do que estava por vir.
Rhael gritava com o prefeito.
- Ela pode ter magia artificial, e a outra ter tido um pequeno efeito colateral. - Gritava. - Mas são minhas filhas!
- "Pequeno efeito colateral"?! - Um habitante da vila gritou. - É assim que você chama? Ela é uma ZOMBIE! Merece morrer!
Rhael, que não aguentava mais, tapou os ouvidos com as mãos e se preparou pra correr até a casa, até que viu Teresa com as meninas saindo de casa.
- Teresa, o que está fazendo? - Perguntou Rhael pegando a bebê Zombie de seu colo.
- Não aguento mais isso. - Disse ela. - Olhem aqui seus debilóides! Essas duas meninas são minhas filhas ! Vocês não podem falar assim delas ! Nenhuma nem outra vai ser condenada a morte por não serem como vocês ! Elas merecem é viver !! - gritou ela.
Vários habitantes começaram a gritar, mas logo pararam quando o prefeito levantou a mão, pedindo silêncio. O velho ajeitou o chapéu na cabeça de cabelos grisalhos. Perto da cerca disse olhando bem nos olhos de Teresa:
-Teresa, Teresa. Vocês nasceu aqui, e nós somos sua família, não pode falar assim com a gente.
- E vocês tem o direito de matar minhas filhas? - Teresa protestou.
- Não, receio que não temos. - Continuou o prefeito. - Mas sou o prefeito e essas meninas não são bruxas! E eu só deixei que UM humano morasse aqui. Então suas filhas não irão morrer, Teresa. Mas aqui elas não irão viver. Mesmo que vocês mandem suas filhas para outro lugar, vocês terão que ser punidos pois não cumpriram nossas regras! Vocês ficaram
juntos quando eu disse que não podiam.
Teresa ficou pensativa. Voltou para sua casa com a garotinha de olhos azuis, para conversar com Rhael.
- Olha, Rhael, temos que fazer alguma coisa para manter elas vivas, mas não aqui, se não o prefeito pira!
- Tem razão, temos que fazer alguma coisa. - Disse ele dando uma pausa - Espera aí...
Então ele foi a cozinha e pegou uma foto deles e levou até a Teresa.
- Vamos rasgar essa foto no meio. - Começou. - Vamos colocar os nomes das nossas filhas na parte rasgada, e prendemos nas duas com um alfinete.
- Mas pra que isso? - Perguntou levantando uma sobrancelha. - Elas não vão morrer nem nada!
- Mas vão ir para outro lugar ... - Começou a sussurrar. - Temos que fazer isso.
Então Rhael pegou a parte do seu rosto da foto e Teresa a parte do seu rosto, e a foto rasgou. Teresa pegou uma caneta que estava encima do armário e escreveu na sua parte rasgada "De: mamãe Para: Lili"
Rhael leu e perguntou:
- Lili?
- Apelido de Lilian - Respondeu dando um sorriso meia boca.
Rhael pegou sua parte rasgada e escreveu "De: Papai Para: Jeh" e falou :
- Apelido de Jennifer.
Teresa foi até o quarto, pegou dois cobertores e dois alfinetes, voltou para a sala e enrolou a menina de olhos azuis em um dos cobertores, pegou a foto rasgada em que estava escrito "Para Lili" e prendeu com o alfinete no cobertor. Rhael fez o mesmo com a outra garotinha.
A pele verde da garotinha ruiva, Jennifer, tinha sumido. Rhael fez cara de dúvida.
- Vai ver que ela só vira zombie quando fica com raiva, ou fome. - Disse Teresa.
Rhael fez positivo com a cabeça.
Teresa pegou a garotinha de cabelos pretos, Lilian, no colo e Rhael pegou a Jennifer. Os dois saíram de casa.
A multidão que estava lá ficou surpresa ao ver que Jennifer não estava mais uma zombie.
- O que houve com a menina zombie? - Perguntou um habitante da vila que estava do lado do prefeito.
- Parece que ela só vira uma quando está com raiva ou nervosa. - Respondeu Rhael. Fez uma pequena pausa. - NÓS TEMOS UMA PROPOSTA PARA VOCÊS! - Gritou ele para todos ouvirem.
- Continue, Rhael. - Falou o prefeito.
Rhael olhou para a Teresa que fez sinal positivo para ele. Então ele começou:
-Eu e ela rasgamos uma foto de nós dois juntos no meio, na minha parte da foto eu escrevi "De: Papai Para: Jeh" e prendi com alfinete no cobertor da minha filha que vocês acham uma aberração, que agora se chama JENNIFER. Teresa escreveu na parte da foto dela "De: Mamãe Para: Lili" e prendeu com alfinete no cobertor da minha outra filha, que agora se chama LILIAN. - Gritou - Vamos colocar as duas numa jangada e colocar no lago aqui perto, pra elas ficarem seguras, porque aqui ninguém fica seguro. E as fotos servem para elas lembrarem da gente. E depois que fizermos isso vocês podem punir eu e a Teresa!
- Pelo menos Jeh e Lili vão estar seguras. - Sussurou Teresa para Rhael.
- Huum... - Resmungou o prefeito. - Ótima proposta, Rhael... SE OS OUTROS HABITANTES DA NOSSA VILA CONCORDAREM, FAREMOS ESSA PROPOSTA - Gritou.
Então os outros começaram a gritar SIIIM, numa bagunça que fez com que Jeh virasse Zombie novamente, mas Teresa acalmou-a e a pele verde dela sumiu.
- ACALMEM-SE SEUS LOUCOS! - Gritou Teresa. - Vamos começar logo a construir a jangada e depois eu e Rhael estaremos prontos para receber a punição!
11h30 da manhã, os habitantes da vila começaram a construir a jangada. O povo pegava lenhas (provavelmente, das lareiras de suas casas) e levavam para a beira do lago. Outros pegavam cordas para amarrar a madeira uma na outra.
12h45 terminaram a jangada, só que no meio da contrução o prefeito falou para construirem duas jangadas, para que cada criança tenha seu próprio destino. Rhael e Teresa meio que surtaram falando que as duas tinham que viver juntas, mas depois eles se lembraram que vão ser punidos e qualquer erro que eles cometerem, mais fatal fica para Jeh e Lili.
Então Teresa pegou a Lili no colo e Rhael pegou a Jeh, e os dois juntos colocaram as meninas nas jangadas. Eles beijaram o rosto das garotinhas.
Então eles empurraram a jancada para o lago.
- Estamos prontos para a punição.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Primeiro capítulo: Frascos Rachados
Em algum tempo atrás, existia uma vila onde só viviam bruxos. Criaturas que muitos consideram escolhidos de Deus, e que outros (como padres) consideravam como criaturas de satã, vindos do inferno. Embora que naquela vila todos os habitantes conviviam uns com os outros em perfeita harmonia. Mas, claro, nenhum humano jamais ousou colocar seus pés naquele lugar.
Um dia, uma bruxa muito querida naquela vila, chamada Teresa, saiu de sua vila para ir em um mercado, afim de comprar alimentos e outras coisas para fazer poções. E, foi ali, que aconteceu. Ela se apaixonou. Por um humano.
Lá estava ela, segurando uma cesta cheia de frutas e legumes, quando uma maçã caiu no chão. Então, o rapaz, em um ato de cavalheirismo, pegou a maçã do chão e colocou-a de volta no cesto da moça. Assim, começaram a se conhecer.
- Meu nome é Rhael. - Apresentou-se - Sou um cientista, moro em uma vila perto daqui.
E assim começou. Teresa saia de sua vila para se encontrar com seu amor, sempre escondendo do povo da vila que estava namorando com um humano, e escondendo dele que era uma bruxa. Mas um dia, ela teve que contar. O amava demais pra continuar mentindo.
- Rhael... Preciso lhe contar. - Ela começou. - Eu não sou o que pareço ser. Ou sou muito mais que isso, uma criatura muito mais poderosa. Eu sou uma bruxa.
Rhael não acreditou de primeira, mas quando ela fez uma demonstração transformando uma pedra enorme em cinzas, ele teve que se convencer.
Os dois estavam apaixonados e queriam viver uma eternidade juntos. Mas, o povo da vila da Teresa não aceitaram o namoro pelo fato dele ser um humano. Mas isso não impediu eles de viverem juntos com seu amor, então lutaram para que pudessem viver juntos.
Por fim, concederam que um humano - apenas um humano - vivesse naquela vila.
Rhael evitava sair de casa inúmeras vezes, mas nas vezes que saía não dava pra evitar os olhares de mal gosto. Ele se sentia mal por tudo isso, mas estava feliz ao lado de sua amada Teresa. E ainda mais feliz quando soube que não seriam mais apenas eles dois.
Teresa engravidou. Ela conviveu com a criança dentro dela por todos os 9 meses, e quando foi a hora do parto - a hora mais feliz da vida deles - descobriram que eram gêmeas. Duas lindas menininhas iguais. Exceto pelo fato de que uma deles ter cabelo preto e olhos azuis, enquanto a outra era ruiva e tinha olhos verdes. Elas eram lindas.
A alegria era muita, mas se tornou em medo. Com o tempo, descobriram que aquelas duas meninas não eram bruxas e sim humanas, como o pai. Com medo do destino de suas filhas, o pai criou uma poção que iria dar poderes para as duas.
- Tem certeza que isso dará certo? - Teresa perguntou, segurando uma das meninas enquanto o pai se preparava para injetar a poção na garotinha de olhos azuis.
- Tem que dar. - Disse o pai, injetando a poção.
E então, o conteúdo da poção foi injetado nas duas meninas.
Um dia, uma bruxa muito querida naquela vila, chamada Teresa, saiu de sua vila para ir em um mercado, afim de comprar alimentos e outras coisas para fazer poções. E, foi ali, que aconteceu. Ela se apaixonou. Por um humano.
Lá estava ela, segurando uma cesta cheia de frutas e legumes, quando uma maçã caiu no chão. Então, o rapaz, em um ato de cavalheirismo, pegou a maçã do chão e colocou-a de volta no cesto da moça. Assim, começaram a se conhecer.
- Meu nome é Rhael. - Apresentou-se - Sou um cientista, moro em uma vila perto daqui.
E assim começou. Teresa saia de sua vila para se encontrar com seu amor, sempre escondendo do povo da vila que estava namorando com um humano, e escondendo dele que era uma bruxa. Mas um dia, ela teve que contar. O amava demais pra continuar mentindo.
- Rhael... Preciso lhe contar. - Ela começou. - Eu não sou o que pareço ser. Ou sou muito mais que isso, uma criatura muito mais poderosa. Eu sou uma bruxa.
Rhael não acreditou de primeira, mas quando ela fez uma demonstração transformando uma pedra enorme em cinzas, ele teve que se convencer.
Os dois estavam apaixonados e queriam viver uma eternidade juntos. Mas, o povo da vila da Teresa não aceitaram o namoro pelo fato dele ser um humano. Mas isso não impediu eles de viverem juntos com seu amor, então lutaram para que pudessem viver juntos.
Por fim, concederam que um humano - apenas um humano - vivesse naquela vila.
Rhael evitava sair de casa inúmeras vezes, mas nas vezes que saía não dava pra evitar os olhares de mal gosto. Ele se sentia mal por tudo isso, mas estava feliz ao lado de sua amada Teresa. E ainda mais feliz quando soube que não seriam mais apenas eles dois.
Teresa engravidou. Ela conviveu com a criança dentro dela por todos os 9 meses, e quando foi a hora do parto - a hora mais feliz da vida deles - descobriram que eram gêmeas. Duas lindas menininhas iguais. Exceto pelo fato de que uma deles ter cabelo preto e olhos azuis, enquanto a outra era ruiva e tinha olhos verdes. Elas eram lindas.
A alegria era muita, mas se tornou em medo. Com o tempo, descobriram que aquelas duas meninas não eram bruxas e sim humanas, como o pai. Com medo do destino de suas filhas, o pai criou uma poção que iria dar poderes para as duas.
- Tem certeza que isso dará certo? - Teresa perguntou, segurando uma das meninas enquanto o pai se preparava para injetar a poção na garotinha de olhos azuis.
- Tem que dar. - Disse o pai, injetando a poção.
E então, o conteúdo da poção foi injetado nas duas meninas.
Quem nós somos?
Olá pessoal.
Essa é a primeira postagem desse blog, portanto achei melhor nos apresentarmos e dizermos porque criamos esse blog e tudo mais.
Somos duas amigas, Babyjeh (Paloma) e Lili199 (Alice). Somos melhores amigas em um jogo chamado Cosmopax, aonde posto capítulos de muitos livros criados por mim, Babyjeh.
Com apenas 13 anos, eu crio livros que faz com que todos os leitores interessados se prendam na leitura, ansiosos para os próximos capítulos.
Então, eu tive a ideia de criar um livro junto com minha amiga Lili199. E nessa postagem, vou explicar como vai ser esse livro.
O livro se chamará "Laços desfeitos". Irá falar sobre duas irmãs - uma bruxa e uma zombie. Você deve ter pensado: "Como? Uma irmã zombie e outra bruxa? Como assim?". Calma, irei explicar.
O Começo do livro será em uma vila aonde só existem bruxos, embora tivesse somente um humano. Um cientista. Ele se casou com uma bruxa, e foi um milagre conseguirem viver juntos naquele local.
Bom, eles tiveram duas filhas. Mas descobriram que as meninas não eram bruxas, e sim pessoas normais. Preocupado com o destino de suas filhas, o cientista criou uma fórmula para dar poderes às duas. Em uma garota funcionou, mas na outra... Houve um pequeno efeito colateral.
O resto da história vocês acompanharão nas próximas postagens nesse mesmo blog.
Um abraço a todos, Babyjeh.
Essa é a primeira postagem desse blog, portanto achei melhor nos apresentarmos e dizermos porque criamos esse blog e tudo mais.
Somos duas amigas, Babyjeh (Paloma) e Lili199 (Alice). Somos melhores amigas em um jogo chamado Cosmopax, aonde posto capítulos de muitos livros criados por mim, Babyjeh.
Com apenas 13 anos, eu crio livros que faz com que todos os leitores interessados se prendam na leitura, ansiosos para os próximos capítulos.
Então, eu tive a ideia de criar um livro junto com minha amiga Lili199. E nessa postagem, vou explicar como vai ser esse livro.
O livro se chamará "Laços desfeitos". Irá falar sobre duas irmãs - uma bruxa e uma zombie. Você deve ter pensado: "Como? Uma irmã zombie e outra bruxa? Como assim?". Calma, irei explicar.
O Começo do livro será em uma vila aonde só existem bruxos, embora tivesse somente um humano. Um cientista. Ele se casou com uma bruxa, e foi um milagre conseguirem viver juntos naquele local.
Bom, eles tiveram duas filhas. Mas descobriram que as meninas não eram bruxas, e sim pessoas normais. Preocupado com o destino de suas filhas, o cientista criou uma fórmula para dar poderes às duas. Em uma garota funcionou, mas na outra... Houve um pequeno efeito colateral.
O resto da história vocês acompanharão nas próximas postagens nesse mesmo blog.
Um abraço a todos, Babyjeh.
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